A cultura do fingimento e os negócios de “sucesso”.

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Sim! Ser bem sucedido sem mentirinhas e encenações corporativas é possível.

Nós estamos trabalhando alguns temas envolvendo ética e produtividade internamente e entre alguns clientes da consultoria PRODUZA. Nestas ocasiões, sempre trazemos cases e histórias da vida real, embasadas em livros, artigos científicos e também em filmes.

A história de Elizabeth Holmes, virou o escândalo do Silício, acusada e condenada por fraude e que atraiu centenas de milhões de dólares em investimentos.

Durante anos, Elizabeth Holmes foi a queridinha do Vale do Silício e uma pessoa acima de qualquer suspeita. Na época, a empresa era avaliada em US$ 9 bilhões, prometia testes diagnósticos de 240 tipos – de colesterol a câncer -, e Elizabeth Holmes era comparada ao fundador da Apple Steve Jobs.

O time da PRODUZA selecionou alguns pontos. Vamos refletir rapidinho?

O fingimento está presente só nas grandes empresas ou nas pequenas também?

Até onde o fingimento pode manter benefícios, incluindo milhões de dólares?

O quanto vale a pena seguir com uma mentira para “chegar lá”?

Aparência é tudo? Até quando investidores e profissionais vão valorizar pessoas e empresas puramente pelas aparências?

Como as redes sociais estão favorecendo cada vez mais essa cultura do fingimento?

Estamos sendo marionetes dessa cultura do fingimento no nosso dia a dia?

Sua postura, sua empresa estão inseridas nessa cultura?

Como a saúde mental está relacionada nessa cultura do fingimento?

Veja bem. Precisamos diferenciar pretensão e desejo (ambição por sucesso) de corrupção e engano. Elizabeth Holmes exercitava uma prática já conhecida no Vale do Silício: “finja até chegar lá”. Em inglês, a expressão tem a ver com a pessoa que deseja alcançar um nível que sempre desejou (“fake it until you make it”).

Em especial, a criação de novas tecnologias, como os smartphones, inteligência artificial, maquinários de ponta, bem como grandes soluções em vários campos do conhecimento que estão hoje no nosso dia a dia, só foram possíveis graças a pessoas que desejaram muito solucionar um problema. Isso é positivo e mostra que existem ambições que podem prosperar e concretizar o que um dia foi apenas um sonho.

Mas, para investidores, tentar distinguir entre charlatões e revolucionários é um desafio constante, que pode significar duas coisas: ficar rico ou perder dinheiro.

Hoje, a cultura do “finja até chegar lá” infelizmente permanece viva e vigente! É só você olhar em volta, marcar reuniões, receber apresentações e ouvir discursos persuasivos ou cheios de oratória, que você logo percebe um clima de estranheza no ar (pra não chamar de show ou pirotecnia). Não é muito difícil que esses comportamentos ultrapassem os níveis profissionais e cheguem na vida pessoal das pessoas e em seus relacionamentos sociais.

Desenvolva o caráter das pessoas da sua empresa. Nada é mais valioso do que isso. Saúde Integral corporativa é o caminho.

Ficou curios@ sobre como essa história terminou? Recomendamos você assistir a essa série e se já assistiu, deixe um comentário em uma de nossas redes ou em nosso blog.

Vamos em frente, a gente te ajuda a chegar lá.

Vá além, PRODUZA.

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Naligia Cavalcante

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